Extinção de Condomínio: Como funciona o processo judicial e o extrajudicial?
A extinção de condomínio é um procedimento jurídico utilizado para encerrar a copropriedade existente sobre um bem, especialmente...
Confira algumas das dúvidas mais frequentes e suas devidas respostas.
A ação de adjudicação compulsória tem como objetivo registrar um imóvel que não tem a documentação correta exigida pela lei. Através dela, o proprietário do imóvel pode obter a Carta de Adjudicação, pela qual o juiz determina que se proceda ao registro no Registro de Imóveis.
Quando o bem de família é o único imóvel do devedor e, por ele, é utilizado como sua moradia, se não houver outro patrimônio para que seja penhorado pela justiça, via de regra, a sua casa estará livre de penhora por qualquer tipo de dívida.
No entanto, existem algumas exceções à regra que precisam ser analisadas.
Conforme previsão da legislação brasileira, o comprador tem um prazo de 90 dias a partir da entrega do imóvel para relatar qualquer vício aparente ou de fácil constatação ao vendedor.
Já para vícios ocultos, o comprador tem 90 dias a partir do momento em que tomou conhecimento do vício ou quando o vício se tornou evidente.
Ao optar pelo inventário em cartório, continua sendo indispensável e determinada por lei a presença de um advogado para execução do processo, por conta da complexidade do procedimento. (art. 610, §2º do CPC).
O inventário negativo é utilizado nos casos em que o falecido não deixa bem algum, sendo necessário que os herdeiros obtenham uma declaração judicial sobre a situação. É um mecanismo não previsto em lei, mas aceito pela legislação.
O Inventário deve ser solicitado no prazo de 60 dias a partir do falecimento do titular do patrimônio, sob pena de multa na hora do pagamento do ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação).
Esse prazo é estabelecido pelo Código de Processo Civil (CPC) e visa garantir a organização e a correta divisão dos bens deixados pelo falecido entre os herdeiros e demais interessados.
A legislação brasileira estabelece que a herança pode ser deixada para qualquer pessoa, mas não em sua totalidade.
Isso porque 50% dos bens pertencem aos herdeiros necessários, conforme previsão dos arts. 1.849 e 1.850 do Código Civil.
Segundo previsão da Lei do Inquilinato, o dono de um imóvel pode incluir no contrato de locação uma cláusula dizendo que o locatário deverá pagar o IPTU junto a outras despesas, como aluguel e condomínio.
No entanto, o Código Tributário Nacional (CTN) diz que o IPTU é um imposto relacionado com a propriedade, considerando, portanto, como responsável final pelo pagamento, o dono da propriedade e não o inquilino.
No caso de atraso na entrega de imóvel na planta, o comprador pode pleitear indenização ou até mesmo a rescisão do contrato, conforme o artigo 43-A da Lei 4.591/64 que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias.
Sim. É possível vender o apartamento financiado a qualquer momento, mas cada instituição financeira pode ter seus próprios requisitos quanto ao processo em si. Por isso, o ideal é verificar quais as condições para repassar o imóvel.
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